ARTISTAS 2021

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Ailton Krenak

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Anna Kandinskaya

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Cássia Lima

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Demóstenes Vargas

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François Andes

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Jacob Katsnelson

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Marilda Castanha

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Mônica Salmaso

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Razvan Popovici

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Alexandre Barros

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Ara Harutyunyan

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Catherine Carignan

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Duo Aduar

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Guilherme Gontijo

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Julian Arp

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Marilia Melo

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Nêgo Bispo

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Rick Rodrigues

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Alma Liebrecht

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Augusto Andrade

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Cristian Budu

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Eduardo Hargreaves

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Guilherme Vincens

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Laura Belém

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Mari Mael

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Nelson Cruz

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Savio Sperandio

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Ana Martins Marques

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Brian Fountain

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Daniel Munduruku

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Eliane Brum

Gustavo Carvalho (photo by Bertrand Clav

Gustavo Carvalho

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Marcus Julius 

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Marlon De Paula

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Nelson Ramirez de Arellano Conde

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Stepan Yakovich

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André Mehmari

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Bruno Santos

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Daniela Arbex

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Eliane Coelho

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Irineu Franco Perpetuo

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Maria Valéria Rezende

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Mikhail Bugaev

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Prisca Agustoni

BIO

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Ailton Krenak

Ailton Krenak é uma das mais importantes vozes na luta pela preservação do meio ambiente e na defensa dos direitos dos povos originários no país. Ativista indígena dos direitos humanos, jornalista e escritor, nasceu em 1953, no Vale do rio Doce, Minas Gerais, e pertence à etnia  Krenak. Em 1987, no contexto das discussões da Assembleia Constituinte, liderou a luta pelos princípios inscritos na Constituição Federal do Brasil. Fundou e dirige no Núcleo de Cultura Indígena e foi o  criador do Festival de Danças e Culturas Indígenas, na década de 1990, na  Serra do Cipó (MG). Autor de textos e artigos publicados em coletâneas no Brasil e exterior. Em Janeiro de 2016, foi distinguido com o diploma de  ´Professor Honoris Causa´  pela Universidade Federal de Juiz de Fora-UFJF.

Em 1987, recebe o Prêmio Internacional de Direitos Humanos para a América Latina Letellier Moffite, da Fundação Letellier, em Washington (EUA). Em 1989, recebeu o Prêmio Onassis – Homem e Sociedade, da Fundação Aristóteles Onassis, em Atenas (Grécia). Em 2005, recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos  do governo brasileiro. 

Recentemente, publicou três livros pela Companhia das Letras: Ideias para adiar o fim do mundo, O amanhã não está a venda e A Vida não é útil.  

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Alexandre Barros

Principal oboísta da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua fundação em 2008, Alexandre Barros desenvolve há mais de vinte anos uma sólida carreira de solista, camerista e professor. Como solista, esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica da UFMG, Sinfônica da UFOP, Sesiminas, Filarmônica Nova, Sinfônica de Ribeirão Preto, OSESP e Filarmônica de Minas Gerais. De 1996 a 1997, Alexandre integrou a OSESP e, posteriormente, atuou como Primeiro Oboé da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. É professor do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado.

Participou pela primeira vez do Festival Artes Vertentes em 2019. 

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Alma Maria Liebrecht 

Alma Maria Liebrecht estudou com Jerome Ashby no Curtis Institute of Music e com William Purvis na Universidade de Yale, onde obteve o seu mestrado, em 2008. De 2008 a 2010, foi bolsista do Ensemble ACJW do Carnegie Hall. Em 2010, foi uma das fundadoras do grupo de câmara Decoda, coletivo dedicado ao engajamento comunitário através da música. Na mesma época, criou também o quarteto de sopros DZ4. Tem se apresentado nos festivais de Música de Câmera de Portillo (Chile), Savannah (EUA), Music from Angel Fire (EUA), Festival Wien Modern (Áustria), Contemplus Festival (República Checa), assim como com os grupos Chamber Music Society of Lincoln Center, Ensemble Connect, New York Wind Soloists, Jupiter Chamber Players, Argento New Music Project e Talea Ensemble. Alma Liebrecht é a trompista principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

Participou do Festival Artes Vertentes pela primeira vez em 2015.

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Ana Martins Marques

Ana Martins Marques nasceu em Belo Horizonte em 1977. É formada em letras e doutora em literatura comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Publicou os livros de poemas A vida submarina (Scriptum, 2009; Companhia das Letras, 2021), Da arte das armadilhas (Companhia das Letras, 2011), O livro das semelhanças (Companhia das Letras, 2015), O livro dos jardins (Quelônio, 2019) e Risque esta palavra (Companhia das Letras, 2021), entre outros. Recebeu vários prêmios, entre eles o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, o Prêmio Literário da Fundação Biblioteca Nacional e o 3º lugar do Prêmio Oceanos.

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André Mehmari

Pianista, arranjador e compositor, André Mehmari é considerado pela crítica “um artista singular de imaginação vibrante e generosa”. Mehmari teve seus primeiros contatos com a música através de sua mãe, já em Ribeirão Preto.  Mudou-se para São Paulo em 1995, ingressando no curso de piano da ECA-USP. Compositor prolífico e requisitado, apontado como um dos mais originais e completos músicos brasileiros de sua geração e premiado tanto na área erudita quanto popular, teve suas composições e arranjos tocados por muitos grupos orquestrais e de câmara, entre eles OSESP, OSB, Filarmonica de Minas Gerais, Miami Symphony, Orchestre de Normandie, Quarteto da Cidade de São Paulo e Quinteto Villa-Lobos. Recentes trabalhos incluem obras para o violoncelista Antônio Meneses e a trilha sonora da primeira série brasileira produzida para a plataforma Netflix.  Além de uma vasta e premiada discografia composta por mais de quarenta títulos, Mehmari possui uma ativa carreira internacional como solista e criou duos expressivos com músicos como Antônio Meneses, Mário Laginha, Gabriele Mirabassi, Antonio Loureiro, Danilo Brito, Maria João, Hamilton de Holanda, Marilia Vargas, Ná Ozzetti , Maria Bethânia e Mônica Salmaso.

 

Apresentou-se em países como Itália, EUA, Japão, China, Canadá, Argentina, Chile, Equador, Colômbia, Guiana Francesa, Noruega, Holanda, Finlândia, Suíça, Luxemburgo, Alemanha, França, Áustria, Irlanda, Bélgica, Portugal, Espanha, Dinamarca e Angola (além de todos os  principais festivais brasileiros) e em espaços como Salle Gaveau (Paris), Kennedy Center (Washington), Lincoln Center (Nova Iorque), Umbria Jazz, Sala São Paulo e Sala Cecilia Meirelles, entre muitos outros.

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Anna Kandinskaia

A violinista moscovita Anna Kandinskaia realizou seus estudos de música no Conservatório de Moscou e na Academia de Música de Berna, com pós-graduação no Royal College of Music, em Londres. Foi vencedora do Concurdo da Sociedade de Concertos de Munique e do Concurso Yehudi Menuhin, em Paris. Posteriormente, foi convidada pelo Lord Yehudi Menuhin para cooperar com ele; além de aulas regulares com o grande violinista, turnês conjuntas pela Europa abriram caminho para sua carreira como solista. Anna Kandinskaia já se apresentou com orquestras de renome como a Filarmônica de São Petersburgo e a Royal Orquestra Filarmônica de Londres em locais de prestígio como o Wigmore Hall e o Barbican Centre, em Londres, a Filarmônica de Gasteig, em Munique, as Filarmônicas de Moscou e São Petersburgo, a Tonhalle, em Zurique e a Konzerthaus, em Viena. É frequentemente convidada também para os principais festivais europeus tais como os festivais de  Schleswig-Holstein, Edimburgo, Newcastle, Copenhague, Bad Kissingen e a Semana Mozart de Salzburgo. Todos os anos, ela integra o Oleg Kagan Music Festival, em Tegernsee, a convite de Natalia Gutman. Convidada por Valery Gergiev, participou de concertos nas Noites Brancas, em São Petersburgo e em Mikkeli, na Finlândia, onde tocou o Concerto para Violino de Alban Berg dirigido por Gergiev.

Como camerista, colabora frequentemente com Gidon Kremer e Natalia Gutman e colegas como András Schiff, Lars Vogt, Mikhail Rudy, Nobuko Imai, Miklós Perényi e Wolfgang Sawallisch. É também membro fundadora do trio de cordas Impression III, que se dedica principalmente à execução de obras de compositores contemporâneos europeus e russos. Foi nomeada primeira violinista do Quarteto Razumovsky pela família Razumovsky e pela sociedade de mesmo nome.

Anna Kandinskaia é professora de violino na Universidade de Música e Artes Cênicas de Viena. Desde 2012, é também professora de violino no Conservatório Joseph Haydn, em Eisenstadt.

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Ara Harutyunyan

Ara Harutyunyan nasceu em uma família de músicos em Yerevan, na Armênia. Ao longo de sua carreira, venceu várias competições nacionais e internacionais e apresentou-se como solista e músico de câmara na Armênia, Rússia, Geórgia, Quirguistão, Líbano, Síria, Suíça, Estados Unidos e Brasil. Foi vencedor da Emin Khachatryan National Competition na Armênia e do International Youth competition of Georgia. Obteve seu Bacharelado e Mestrado no Conservatório Estadual Komitas, em Yerevan. Foi membro do Quarteto de Cordas Yerevan e violinista da Orquestra Filarmônica Nacional da Armênia. Em 2011, transferiu-se para os Estados Unidos. Harutyunyan foi spalla assistente da Orquestra Sinfônica de Cheyenne durante um ano, antes de se mudar para o Brasil, em 2014, para assumir o cargo de spalla assistente da Filarmônica de Minas Gerais. 

Participou do Festival Artes Vertentes pela primeira vez em 2020.

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Augusto Andrade

Natural de Bauru (SP). Estudou em diversas instituições do estado de São Paulo, tais como Conservatório de Tatuí, EMESP, Instituto Baccarelli e Academia de Música da OSESP (sob orientação de Pedro Gadelha). 

Participou como músico convidado e bolsista em diversas orquestras brasileiras como Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, OSB , Orquestra Filarmônica de Goiás, Festival Internacional de Campos do Jordão. 

Atualmente é contrabaixista na Orquestra Sinfônica do Paraná, onde exerce intensa atividade camerística. Também atua como contrabaixo solo convidado na Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, sediada no Espaço Cultural Capela Santa Maria. 

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Brian Fountain

Brian Fountain concluiu seus estudos de música na John Hopkins University. Desde 2016, é contrabaixista solista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Em 2015, foi nomeado contrabaixo principal da Orquestra Filamonica de Jalisco.  Integrou por anos a Orquestra Filarmonica de Minas Gerais. Tocou regularmente com a Chicago Symphony Orquestra, a Milwaukee Symphony Orquestra, a Virgínia Symphony Orchestra. Foi palestrante convidado na EMESP, UEMG e na DePaul University. 

Participou do Festival Artes Vertentes pela primeira vez em 2015.

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Bruno Santos

O percussionista Bruno Santos possui graduação e mestrado pela UFMG e doutorado pela Universidade de Aveiro (Portugal), onde estudou com o percussionista Miguel Bernat. Foi membro fundador do grupo Oficina Música Viva e do trio de percussão Prucututrá em Belo Horizonte. Já trabalhou com grupos e artistas como João Pedro de Oliveira (PortugalT), Toninho Horta, Harvey Wainapel (EUA), Caito Marcondes, Felipe José, os Drumming Grupo de Percussão e Simantra Grupo de Percussão (PortugalT), assim como com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Desenvolve atualmente um duo com a violinista Sofia Leandro, com foco na divulgação da música de compositores da América Latina e da lusofonia.

 

Participou pela primeira vez do Festival Artes Vertntes em 2019.

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Cássia Lima

Cássia Lima concluiu Bacharelado em Flauta pelo Instituto de Artes da Unesp e mestrado e o Artist Diploma na Mannes College of Music, em Nova York, como aluna de Keith Underwood. Venceu as principais competições de solistas no Brasil e a Mannes Concerto Competition. Nos EUA, foi bolsista do Tanglewood Music Center, onde atuou como camerista e primeira flauta da orquestra do festival. Foi docente na Universidade de Minnesota e integrou a Minnesota Orchestra, sob regência de Charles Dutoit. De volta ao Brasil, foi primeira flauta e solista na OSESP e integrante do quinteto de sopros Kaleidos. Cássia é flautista principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2009, onde foi solista em várias temporadas.

 

Participou do Festival Artes Vertentes pela primeira vez em 2019.

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Catherine Carignan

Nascida na província francófona do Québec, no Canadá, Catherine Carignan chegou ao Brasil em 2008, após ter concluído seus estudos no Conservatoire de Musique du Québec sob a instrução de Mathieu Harel, fagote solo associado da Orquestra Sinfônica de Montréal. Entre 2008 e 2020 foi a primeira fagotista da  Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Desde sua chegada em Belo Horizonte, Catherine tem desenvolvido um interesse intenso pela música brasileira e participa de vários projetos com compositores brasileiros.

Participou do Festival Artes Vertentes pela primeira vez em 2019.

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Cristian Budu

Brasileiro filho de romenos, Cristian Budu desponta como uma nova referência no mundo pianístico. Vencedor do renomado Concurso Internacional Clara Haskil (Suíça), seu primeiro CD solo ganhou o “Editor's Choice” na Inglaterra e cinco “Diapasons” na França. Atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica de Lucerna, Orquestre de la Suisse Romande, Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart, OSESP, Orquestra Filarmônica de Montevideo, OSB, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, entre tantas outras. Apresentou-se como solista em importantes salas como o KKL de Lucerna, Ateneu de Bucareste, LAC de Lugano, Liederhalle, Jordan Hall e Sala São Paulo. Participa regularmente de importantes festivais e séries na Europa e nas Américas, entre os quais destacam-se “Les Grands Interprètes” de Genebra, “Klavierissimo” de Zurique, “Piano aux Jacobins” (França), Rockport Music Festival (EUA), Zermatt Festival (Suiça), Delft Chamber Music Festival (Holanda), Frankische Musiktage - série ‘Rising Stars’ (Alemanha), Festival Internacional de Piano de Monterrey (Mexico), Festival Internacional de Campos do Jordão e o Festival Verbier (Suíça). Cristian Budu é o criador do projeto Pianosofia, que tem apoio da Sociedade Cultura Artística, no intuito de "acordar" e recuperar os pianos que existem nas casas das pessoas, e promover a música de câmara e músicos locais.

Participou pela primeira vez do Festival Artes Vertentes em 2020.

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Daniel Munduruku

Daniel Munduruku é escritor e professor paraense, pertencente ao povo indígena Munduruku. Autor de 56 livros publicados por diversas editoras no Brasil e no exterior, é detentor de vários prêmios nacionais e internacionais por sua obra literária, entre os quais destacam-se o Prêmio Jabuti (2004 e 2017),  o Prêmio da Academia Brasileira de Letras (2010), o Prêmio Érico Vanucci Mendes - CNPq e o Prêmio para a Promoção da Tolerância e da Não Violência, concedido pela UNESCO, em 2018. Ativista engajado no Movimento Indígena Brasileiro, reside em Lorena, onde é Diretor-Presidente do Instituto Uka e do selo Uka Editorial.  Também é membro-fundador da Academia de Letras de Lorena. Foi cofundador da primeira livraria online especializada em livros de autores indígenas e promove há 18 anos, o Encontro de Escritores e Artistas Indígenas no Rio de Janeiro em parceria com a FNLIJ. Em 2021 concorreu à Cadeira 12 da Academia Brasileira de Letras. 

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Daniela Arbex

Daniela Arbex é autora do best-seller Holocausto brasileiro, eleito Melhor Livro-Reportagem do Ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (2013) e segundo melhor Livro-Reportagem no prêmio Jabuti (2014). Em 2015, lançou Cova 312, vencedor do Prêmio Jabuti na categoria livro-reportagem (2016). Em Todo dia a mesma noite, sua terceira obra publicada, Daniela Arbex reafirma seu lugar como uma das jornalistas mais relevantes do país. Em 2021, a Série Colônia, livremente inspirada no seu livro Holocausto Brasileiro, foi lançada no Canal Brasil e na Globoplay. Uma das jornalistas mais premiadas de sua geração, detém mais de 20 prêmios nacionais e internacionais, entre eles três prêmios Esso, o americano Knight International Journalism Award (2010), o prêmio IPYS de Melhor Investigação Jornalística da América Latina (2009) e o Natali Prize, que ela recebeu na Bélgica em 2002. Foi repórter especial do Jornal Tribuna de Minas por 23 anos. Atualmente dedica-se à literatura.

 

Participou pela primeira vez do Festival Artes Vertentes em 2016.

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Demóstenes Vargas

Demóstenes Vargas nasceu em Pirapora (Minas Gerais), em 1959. Lá, com olhar atento, observava as cores e formas do cerrado que se transformavam a cada pôr do Sol ou estação do ano. Motivado pela paisagem, comecou a desenhar o peixe, o Sol, a Lua, a casa, o leão do circo que acordou a cidade. Entre 1979 e 1982, estudou Belas Artes na Fundação Escola Guignard. Em 1991, estudou gravura na Escola de Artes Plásticas de Varsóvia, na Polônia. Como artista plástico, participou de várias exposições individuais e coletivas. Ilustrou vários livros infantis e ganhou alguns prêmios, entre eles o Jabuti e o Altamente Recomendável da FNLIJ. Vive em Tiradentes, onde trabalha com variadas técnicas como pintura, desenho, bordado e arte digital, inspirado na natureza sempre e nas memórias afetivas à beira do generoso São Francisco.

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Duo Aduar

Cantando a luta pela preservação das águas, terras e gentes brasileiras, tendo os timbres da viola e do violão como a base para seu cantar, o Duo Aduar propõe uma cantoria que procura o enraizamento. 

 

O Duo, formado por Gabriel Guedez (Passa Quatro - MG) e Thobias Jacó  (Posto da Mata - BA), surgiu em 2017, no curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Desde então circula por todo o país apresentando suas canções em feiras gastronômicas, literárias, mostras e festivais. Em março de 2020, foi lançado o seu primeiro disco - "Riachinho das pedras"- , através do selo Lobo Kuarup, parceria entre a histórica gravadora Kuarup, de São Paulo, e o consagrado violeiro mineiro Chico Lobo. 

 

Trazendo nos arranjos elementos como dinâmica, ritmo e polifonia que aproximam-se da experiência na música de câmara e explorando um formato que remete às duplas caipiras tradicionais, o duo apresenta uma obra que toca em temas facilmente alcançáveis na memória de quem está, de alguma forma, conectado ao campo, às pequenas cidades do interior do Brasil; questões tão urgentes quanto existenciais, como a preservação ambiental e das águas; a resistência dos povos que sobrevivem à margem do “desenvolvimento” no campo e na floresta.

 

Nos últimos anos, com suas canções “O silêncio do Rio”, “Índia Tuíra” e “Morador Antigo” o Duo Aduar venceu os principais festivais da canção por todo o país. 

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Edson Bezerra

Edson Beserra atua como coreógrafo, professor, diretor e bailarino. Mestrando em dança no PRODAN-UFBA, artista, pesquisador e profissional da dança e candomblecista, pesquisa as transdisciplinaridades das diversas manifestações das Artes Cênicas, com ênfase em Dança. Como bailarino, atuou em algumas das principais companhias de dança do país como o Grupo Corpo, a Cia de Dança Deborah Colker e a Quasar Cia de Dança. Em 2011, funda o coletivo de produção e criação Composto de Ideias. Atua como coreógrafo, professor, diretor e bailarino. Contemplado em variadas edições do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e do Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança, seus projetos de criação e circulação e residência em dança vêm sendo apresentados em festivais no Brasil e na América Latina.

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Eduardo Hargreaves

Eduardo Hargreaves nasceu em 1994, em Juiz de Fora. Viveu em Belo Horizonte até os 26 anos, onde concluiu bacharelado em artes visuais com habilitação em desenho pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, em 2017. Desde 2014, participa de diversas exposições individuais, coletivas e residências artísticas. Premiado pelo programa Mostras BDMG em 2018, com a exposição “Cartas para um lugar”, segue para realizar suas três primeiras exposições individuais no mesmo ano. Enquanto artista residente do Atelier Aberto, no Centro Cultural da UFMG, em 2019, passa a integrar o grupo Escotoma, do qual fez parte por dois anos. Em 2021, foi artista convidado na residência artística internacional Regards d'Artistes sur l'Urbanisme, em Tourcoing, França. Hoje vive e trabalha em Tiradentes.

 

Participou pela primeira vez do Festival Artes Vertentes em 2018.

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Eliane Brum

Eliane Brum é escritora, jornalista e documentarista. Publicou oito livros no Brasil - sete de não ficção e um romance, traduzidos para diversas línguas, além de um livro em inglês. Sua última obra, "Banzeiro òkòtó, uma viagem à Amazônia Centro do Mundo" (Companhia das Letras) foi lançada em novembro de 2021. Jornalista mais premiada da história do Brasil, em 2021 recebeu o prêmio Maria Moors Cabot da universidade de Columbia, nos Estados Unidos, pelo conjunto de sua carreira. É colunista do jornal espanhol El País, além de colaboradora de vários jornais e revistas estrangeiras, como The Guardian e The New York Times. Vive na zona rural de Altamira, na Bacia do Xingu, na Amazônia.

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Eliane Coelho

Nascida no Rio de Janeiro, Eliane Coelho realiza há mais de quarenta anos uma brilhante carreira internacional. Integrou o Ensemble Neue Musik Hannover e a Ópera de Frankfurt e, posteriormente, a Ópera de Viena, na qual recebeu o título de Kammersängerin, em 1998. Neste prestigioso espaço, assim como nos principais espaços europeus, entre os quais se destacam o teatro La Scala e a ópera Bastille, atuou ao lado de Plácido Domingos, José Carreras, Renato Bruson, Ferruccio Furlanetto, Bryn Terfel, Brigitte Fassbaender, Agnes Baltsa, Juan Pons, Neil Shicoff  e Sigfried Jerusalem. Esteve sob a regência de Zubin Metha, Riccardo Chailly, Sir Colin Davis e Seiji Ozawa em um repertório operístico que contempla 14 papéis principais verdianos, Tosca, Butterfly, Turandot, Arabella, Margherita, Lulu, além de Salomé, de Richard Strauss, uma de suas interpretações mais marcantes e elogiadas internacionalmente pela crítica. Seu extenso repertório continua se enriquecendo com novos papéis. 

Participou pela primeira vez do Festival Artes Vertentes em 2013.

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François Andes

François Andes vive e trabalha em Lille (França). Em 2015, foi artista residente da Capital Europeia da Cultura, em Mons (Bélgica). Artista principal do Salão Internacional do Desenho Contemporâneo DDessinParis17 (Paris), participa frequentemente de residências em prestigiados centros de arte contemporânea, entre os quais destacam-se o Instituto Francês de Tétouan (Marrocos), a Villa Saigon (Cidade de Ho-Chi Minh, Vietnã), o Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (Rio de Janeiro, Brasil) e a Fundação With Artist (Heiry, Coreia do Sul). Em 2019, ele criou os elementos cênicos e figurinos para o espetáculo BWV 988: Trinta possibilidades de transgressão, que estreou no Teatro Plínio Marcos, Brasília (Brasil). Recentemente, seu trabalho foi exibido na Quynh Gallery (Cidade de Ho-Chi Minh), no Centro Cultural Coreano em Paris, no Museu Oscar Niemeyer e na Celma Albuquerque Galeria de Arte. Em 2022, uma exposição individual do seu trabalho é apresentada no Centro de Artes Visuais le Labanque, em Béthune (França).

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Guilherme Gontijo Flores

Nascido em 1984, Guilherme Gontijo Flores é poeta, tradutor e professor na UFPR. Publicou os livros brasa enganosa (2013), Tróiades (www.troiades.com.br, site em 2014, impresso em 2015), l'azur Blasé (2016) e Naharia,  que formam a tetralogia poética reunida em Todos os nomes que talvez tivéssemos (2020), e também carvão :: capim (2017, Portugal; 2018, Brasil), Arcano 13 (2022, em parceria com Marcelo Ariel) e Potlatch (2022), além do romance História de Joia (2019). Realizou o projeto Coestelário em parceria com Daniel Kondo, com poemas visuais em homenagens aos mortos de 2020. Em parceria com Kondo publicou também o poema visual A Mancha (2020).

Publicou traduções de várias obras, tais como As janelas, seguidas de poemas em prosa franceses, de Rainer Maria Rilke (2008, em parceria com Bruno D'Abruzzo), A anatomia da melancolia, de Robert Burton (4 vols. 2011-2013, prêmio APCA e Jabuti de t