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Pousadas

POUSADAS

 

Tiradentes tem uma boa infraestrutura de hotéis e pousadas. Algumas fazem parte do roteiro de charme. Todas oferecem café da manhã e algumas um chá à tarde. Pão de queijo e bolos variados, além de outros quitutes mineiros, são sempre apreciados pelos hóspedes.

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Aqui, indicamos alguns estabelecimentos, parceiros do Festival Artes Vertentes. A lista completa de hotéis e pousadas em Tiradentes pode ser encontrada facilmente em sites de viagens.

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Arraial Velho - Pousada Temática

Rua José Batista Carvalho, 10 - Parque das Abelhas

(32) 3355-1362​

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Casinhas da Matriz

Rua Santíssima Trindade, 20

(21) 98743-2509

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Casa de Violeta Pousada

Praça das Mercês, 100

(32) 3355-1722​

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Chalés de São José
Rua Fernão Dias Paes, 395 – Parque dos Bandeirantes

(32) 99197-0136​​

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Pousada A Arte de Bem Viver 

Rua da Caixa D'água, 757 - Estação

(32) 99107-0496

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Pousada Boutique Oratório

Rua Herculano José dos Santos, 97 – Alto da Torre
(32) 99987-2232

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Pousada Candonga da Serra

Estr. Real - Caminho Velho 

(32) 3355-1483

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Pousada Don Quixote

Rua Francisco Pereira Morais, 69

(32) 3355-1933

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Pousada Encanto da Serra

Travessa dos Inconfidentes, 35

(32) 3355-1592

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Pousada do Ó

Rua do Chafariz, 25 - Centro

(32) 3355-1699

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Pousada João Mineiro

Estrada da caixa d'água Km 1 

(32) 98886-0448

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Pousada Marília de Dirceu

Rua Agostinho José Cabral, 195 – Parque das Abelhas
(32) 3355-1962

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Pousada Neuza Barbosa

Rua Alvarenga Peixoto, 69 - Bairro Cuiabá 

(32) 3355-1374 / 3355-1356

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Pousada D’óleo de Guignard 

Rua Santa Catarina, 511 – Pau de Óleo
(32) 3355-2027

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Pousada Pouso Tiradentes

Rua Manoel Morais Batista Júnior, 512

(32) 3355-1780

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Hotel Serra Vista

Av. Gov. Israel Pinheiro, 196

(32) 3355-1404

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Pousada do Beco

Rua Direita 187, Centro

(32) 988180656

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Pousada Refúgio Tiradentes

Rua Manoel Morais Batista Junior, 253

(32) 99813-5902

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Pousada Richard Rothe

Rua Padre Toledo, 124

​ (32) 3355-1333

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Pousada Travessias

Rua João Batista Ramalho, 53 – Santíssima
(32) 98454-6150

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Pouso Alforria
Rua Custódio Gomes, 286 
(32) 3355-1536

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Pouso do Carteiro

Rua Maria Eugênia Barbosa, 12a 

(32) 99835-8258

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Pouso das Gerais

Rua dos Inconfidentes, 109

(32) 3355-1234​​​

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Villa d´Ouro

Av. Governador Israel Pinheiro, 555 – Centro
(32) 3355-1884

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Como chegar

COMO CHEGAR

Clique no mapa acima para navegar

Localizada na região mineira do Campo das Vertentes, Tiradentes tem facilidade de acesso. Principais distâncias: Belo Horizonte (210 km), São João del Rei (14 km), São Paulo (485 km), Rio de Janeiro (335 km) e Brasília (915 km).

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De carro

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A partir de Belo Horizonte, a estrada mais comum para chegar a Tiradentes é a BR-040. Seguindo 85 quilômetros, pegue a BR-383, após o trevo de Congonhas. Depois, basta seguir pela BR-383 por mais 105 km até Tiradentes. Esse trajeto tem o total de 190 km e tempo médio de três horas de duração. 

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A partir do Rio de Janeiro, a opção mais rápida é seguir por pela BR-040 e depois pela BR-265. O trajeto, de 340 km, tem duração de 4h30. 

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A partir de São Paulo, há duas opções de trajeto. A primeira, e mais rápida, é pela BR-381, seguida da BR-265; e a segunda pela BR-116 e depois BR-383. O trajeto, de 490 km, tem duração de 6h30.

De ônibus

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A Rodoviária de Tiradentes recebe apenas ônibus vindos de São João del Rei. Seja qual for o seu ponto de partida para Tiradentes, a passagem deverá ser comprada para São João del Rei. A cidade está localizada a 14 km de Tiradentes. Em São João del Rei, será necessário pegar outro ônibus até Tiradentes para finalizar o trajeto. 

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A partir de Belo Horizonte, a viagem tem tempo médio de duração entre 3h30 e 4h30 e é operada pela Viação São Luiz.

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A partir do Rio de Janeiro, o trajeto tem duração de 5h30 e é realizado pela Paraibuna Transportes.

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A partir de São Paulo, o trajeto dura entre 7h e 8h30 e é operado pela Viação Guanabara. 

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A partir de São João del Rei, basta pegar um ônibus convencional, MoveSJ ou um táxi até Tiradentes.

História

História, cultura e charme em Tiradentes

Onde quer que esteja em Tiradentes, o paredão da Serra de São José projetará sobre você sua magnífica visão. Este marco geográfico que emoldura a cidade é apenas uma das muitas sensações que o visitante experimenta nesta cidade histórica de poucas ruas e cerca de 7000 habitantes.

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Tiradentes exibe uma admirável e bem preservada arquitetura do século XVIII, presente não só nas igrejas barrocas, como também no casario do centro histórico. Essa condição levou ao tombamento do conjunto arquitetônico da cidade, em 1938.

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Andar pelas ruas com calçamento de pedra é reconhecer, em cada canto, o estilo colonial e as ondulações do rococó mineiro. Museus, ateliês de artistas e uma intensa vida cultural anual complementam o circuito cultural da cidade.

Em setembro, ipês amarelos colorem a paisagem; o clima é ameno, com manhãs e noites mais frias. Restaurantes e bares oferecem ao visitante a apreciada culinária mineira; lojas exibem o colorido artesanato local; antiquários permitem conhecer como eram as casas da cidade nos séculos XVIII e XIX.

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Acrescente a tudo isso uma gente que se orgulha de sua história e tradições e faz questão de dispensar ao visitante uma generosa acolhida. 

HISTÓRIA

Povoada a partir de 1702, a cidade de Tiradentes, na região Central de Minas Gerais, homenageia em seu nome o alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido pelo apelido de Tiradentes. O alferes nasceu na Fazenda do Pombal, entre Tiradentes e São João del Rei, e se tornaria o líder da Inconfidência Mineira, principal movimento de contestação à Coroa portuguesa, no século XVIII.

 

A Matriz de Santo Antônio, cuja fachada é de autoria do arquiteto e escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e o chafariz São José, são exemplos da bem-preservada herança colonial. Tiradentes tem sua história iniciada em 1702, quando os primeiros bandeirantes, chefiados por João Siqueira Afonso, após a descoberta de ouro num local chamado Ponta do Morro, se fixaram na região. Eles chegaram na seqüência dos mineradores que, no final do século XVII, se estabeleceram na região que viria a ser conhecida como Ouro Preto.

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O grande fluxo de garimpeiros, motivados pelas novas jazidas, levou o local a se tornar arraial da Ponta do Morro de Santo Antônio. A importância do povoado era tanta que, somada à abundância de ouro, logo em 1718 se tornaria vila de São José. As construções da primeira metade do século XVIII, tanto as moradias como as edificações religiosas, tomaram espaço nos pontos altos da região. As casas se elevaram ao redor de igrejas e capelas, configuração que permanece até hoje.

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Em 7 de setembro de 1889, a vila tornou-se cidade de São José, para em 6 de dezembro adotar o nome atual em homenagem ao mártir da Inconfidência. Atualmente, o dia da cidade é comemorado em 19 de janeiro, data em que o arraial da Ponta do Morro de Santo Antônio se tornou vila.

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