ARTISTAS

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Alma Maria Liebrecht é a trompista principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Foi a trompista do grupo de música de câmara Decoda, e tem se apresentado nos festivais de Música de Câmera de Portillo (Chile), Savannah (EUA), Music from Angel Fire (EUA), Festival Wien Modern (Áustria), Contemplus Festival (República Checa), assim como com os grupos Chamber Music Society of Lincoln Center, Ensemble Connect, New York Wind Soloists, Jupiter Chamber Players, Argento New Music Project e Talea Ensemble. Realizou seus estudos no Curtis Institute of Music e seu mestrado na Yale School of Music com Jerome Ashby e William Purvis, respectivamente. 

Alma Maria Liebrecht

Oboísta principal na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua fundação em 2008, Alexandre Barros desenvolve há mais de vinte anos uma sólida carreira de solista, camerista e professor. Como solista, esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica da UFMG, Sinfônica da UFOP, Sesiminas, Filarmônica Nova, Sinfônica de Ribeirão Preto, OSESP e Filarmônica de Minas Gerais. De 1996 a 1997, Alexandre integrou a OSESP e atuou posteriormente como Primeiro Oboé da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. É professor do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado.

Alexandre Barros

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André Capilé (n. 1978) nasceu em Barra Mansa, cidade do interior fluminense. Graduou-se em Filosofia na UFJF. Mestre em estudos literários, pela PUC-RIO.  Doutor em “Literatura, Cultura e Contemporaneidade”, também pela PUC-Rio. É co-fundador e ex-organizador do ECO — performances poéticas (2008-2016), em Juiz de Fora. Publicou, em 2008, o livro Dois (Não Pares), em parceria com Carolina Barreto, pela Anome e Funalfa Edições; em 2010 editou a plaquette ZANGARREIO; seguem-se as publicações de rapace (2012), pela editora TextoTerritório; balaio (2014), pela coleção megamini da 7letras; muimbu (2017), pela edições macondo; rebute (2019) e chabu (2019), ambos pela editora TextoTerrotório. 

André Capilé

Angélica Freitas é autora dos livros de poesia "Rilke Shake", vencedor do Best Translated Book Award (EUA, 2016), e "Um útero é do tamanho de um punho", prêmio APCA de poesia em 2012 e finalista do Prêmio Portugal Telecom, bem como da graphic novel "Guadalupe", em colaboração com o artista visual Odyr. Seus poemas apareceram em revistas como Poetry (EUA), The White Review (França), Modern Poetry in Translation e Granta (Reino Unido), e sua obra já foi publicada em Portugal, Alemanha, Espanha, Argentina e Estados Unidos. Em 2011, recebeu a  bolsa Jean-Jacques Rousseau (Alemanha) para a escrita da série de performances poéticas "Canções de Atormentar", que vêm sendo realizadas com a cantora e instrumentista Juliana Perdigão.  

Angélica Freitas

Arlindo Oliveira da Silva é artista integrante do Atelier Gaia, vinculado ao Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (Rio de Janeiro). Arlindo Oliveira usa suportes variados e técnica mista, juntando elementos como madeira, luzes, objetos plásticos coletados no território onde vive e trabalha. Desde 2018 tem desenvolvido performances relacionadas a sua memória como interno numa instituição manicomial, no pavilhão onde ele e Bispo do Rosário foram internados. Em 2019, participou da exposição “O Rio de Navegantes”, no MAR, e da exposição “Lugares do Delírio”, no Museu de Arte do Rio e no SESC Pompeia. Duas obras do artista fazem parte do acervo do MAR, no Rio de Janeiro.

Arlindo Oliveira da Silva

O percussionista Bruno Santos possui graduação e mestrado pela UFMG e doutorado pela Universidade de Aveiro (PT) onde estudou com o percussionista Miguel Bernat. Foi membro fundador do grupo Oficina Música Viva e do trio de percussão Prucututrá em Belo Horizonte. Já trabalhou com grupos e artistas como João Pedro de Oliveira (PT), Toninho Horta, Harvey Wainapel (EUA), Caito Marcondes, Felipe José, Drumming Grupo de Percussão (PT), Simantra Grupo de Percussão (PT), a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Desenvolve atualmente um duo com a violinista Sofia Leandro, com foco na divulgação da música de compositores da América Latina e da lusofonia.

Bruno Santos

Conhecido mundialmente como Carybé, o pintor, escultor, ilustrador, desenhista, cenógrafo, ceramista, historiador, pesquisador e jornalista Hector Julio Paride Bernabó nasceu em Lanús, na Argentina, em 1911. Em 1950 se instalou em Salvador, onde passaria toda a sua vida. Teve sua obra exposta nos principais museus e centros de arte do Brasil e do exterior. Amigo de importantes artistas, como Rubem Braga, Pierre Verger, Dorival Caymmi e Jorge Amado, Carybé ilustrou, diversos livros de importantes autores tais como Mário de Andrade, Jorge Amado e Gabriel García Márquez. Artista extremamente produtivo e inquieto, teve a sua genialidade associada à Bahia, cuja essência soube materializar em desenhos, aquarelas, esculturas e murais. 

Carybé

Cássia Lima concluiu Bacharelado em Flauta pelo Instituto de Artes da Unesp e mestrado e o Artist Diploma na Mannes College of Music, em Nova York. Venceu as principais competições de solistas no Brasil e a Mannes Concerto Competition. Nos EUA, foi bolsista do Tanglewood Music Center, onde atuou como camerista e primeira flauta da orquestra do festival. Foi docente na Universidade de Minnesota e integrou a Minnesota Orchestra. De volta ao Brasil, foi primeira flauta e solista na OSESP. Cássia é flautista principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2009, onde atua regularmente como solista.

Cássia Lima

Nascida na província francófona do Québec, no Canadá, Catherine Carignan veio ao Brasil em 2008 para integrar a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais como fagotista principal. Antes disso, trabalhou em várias orquestras canadenses como fagotista convidada, enquanto completava o bacharelado no Conservatoire de Musique de Montréal e se aperfeiçoava em várias masterclasses mundo afora. Desde sua chegada em Belo Horizonte, Catherine tem desenvolvido um interesse intenso pela música brasileira e participa de vários projetos com compositores locais.

Catherine Carignan

Formada pela Universidade de Oxford em literatura inglesa, Charlotte Leport escreve e viaja pela França, Itália, Grécia e Israel. Trabalhou com o musicólogo H.C Robbins Landon. Apaixonada pela Grécia desde os oito anos de idade, ela é co-fundadora, ao lado de Dylan Hayden, do Saronic Chamber Music Festival. Sua poesia é inspirada no mito, na música e no santo salmista David. Ela desenvolve estas paixões na Abbey Sutton Courtenay (Oxfordshire), uma comunidade filantrópica espiritual, na qual ela assa pão, cultiva flores e as esperanças e sonhos dos companheiros eleitores da Flor Azul, além de dirigir a série cultural Music at the Abbey. 

Charlotte Leport

A Compagnie Zaï, formada por Arnaud Prechac, Juliette Morel e Gildas Prechac, foi fundada na França, 2015. Utilizando o teatro corporal, teatro de sombras, mímica e outras linguagens, o seu principal objetivo é a criação de espetáculos abertos a todos os tipos de público e a sensibilização das gerações mais jovens e de classes menos favorecidos às artes.

Diretor, ator e mímico, Arnaud Prechac realizou a sua formação com Philippe Adrien, Dominique Boissel, Guillaume Cantillon, Stephane Bault e Guillaume Séverac. Além do espetáculo “Victor, o menino selvagem”, do qual é co-autor, diretor de movimento e intérprete, atuou em “Choisir l’écume”, de Alan Payon e interpretou Toby na Opéra The Medium, de G.C Menotti. No cinema, colaborou com os diretores Quentin Etienne, Grace Gao, William Compain e Jonathan Lago Lago, entre outros.

Gildas Préchac é engenheiro de som e multi-instrumentista. Realizou sua formação no Conservatório de Jazz do 9º distrito de Paris e na Escola Superiora de Realização Audiovisual. Co-diretor do estúdio Nuage, compõe trilhas sonoras para diversos

curtas-metragens e para as criações da Compagnie Zaï.
Formada pela Ensatt em cenografia, Juliette Morel se interessa pela escrita criativa

e coletiva em todas as formas de expressão. Trabalha com a companhia KMK na recuperação de histórias por trás dos espaços urbanos e colabora frequentemente com Michael Levine, Tom Cairns e Simon Holdsworth na realização dos cenários da Opéra de Paris. 

Compagnie Zaï

Darya Filippenko nasceu em Minsk, Bielorrússia, em 1983, e realizou os seus estudos no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou. Em 2006, foi vencedora do Concurso Internacional de Música de Câmara Johannes Brahms, na Áustria. Colaborou com diversos regentes importantes tais como Mikhail Pletnev, Valery Gergiev, e Christian Järvi. Como solista, atuou frente à Orquestra de Câmara Estatal da Bielorrússia, Orquestra Sinfônica "Novaya Rossiya" e da Orquestra Sinfônica de Guiyang (China).  Darya Filippenko sempre manteve uma intensa relação com a música contemporânea. Um número de compositores russos contemporâneos tais como Alexander Tchaikovsky, Pavel Karmanov, Kuzma Bodrov, Nikita Mndoyants e Anton Prischepa têm confiado plenamente nela para estrear suas obras. Em 2003, se tornou membro da Orquestra Sinfônica "Novaya Rossiya", dirigida por Yury Bashmet.

Darya Filippenko

Graduada em Letras, pela UFMG, Deborah Castro fez também mestrado e doutorado em literatura na mesma instituição, focando nos estudos em torno do silêncio, da melancolia e das relações entre palavra e imagem. A trajetória de Deborah Castro é pautada por interesses que vão desde a cenografia às artes visuais, porém sempre amparada pelo poético, pela letra, pela poesia. Publicou os livros “Meias palavras são razão do forte vento” (2018) e “Só posso ir embora depois que jogar minhas palavras no poço” (2019), o último pela Cas’a Edições. É professora de literatura inglesa e brasileira, e coordenadora da área de Literatura do Inverno Cultural da UFSJ.

Deborah Castro

Dylan Thomas Hayden, poeta e chefe, nasceu no Kansas, em 1970. Sua infância foi profundamente marcada pelas vastas paisagens isoladas da região e pela vida humilde de seus antepassados. Após estudos de Belas Artes, em São Francisco, e História da Arte, na Universidade de Oxford, trabalhou como chefe, lavrador, pastor, pedreiro, professor de inglês, técnico em fotografia e construtor de barcos. Atualmente, é membro da comunidade espiritual na Abbey Sutton Courtenay (Inglaterra), onde organiza a série de concertos Music at the Abbey e recebe convidados e visitantes de todo o mundo. Suas paixões por arte e culinária o levaram a colaborar com músicos, chefes, escritores e artistas nos festivais de Plush, Mendelssohn on Mull, Zeitkunst, Festival de Música de Câmara Saronic, Les Préparatifs, assim como no Festival Artes Vertentes.

Dylan Thomas Hayden

Eliane Coelho, carioca, diplomou-se na Escola Superior de Musica e Teatro de Hannover, na Alemanha, para depois seguir em uma brilhante carreira  no exterior.

De 1983 a 1991 esteve contratada pela Opera de Frankfurt, e a partir de setembro de 1991, pela Opera de Viena, na qual recebeu o titulo de Kammersängerin em 1998. Neste prestigioso espaco vienense, atuou em inumeros papeis, entre eles: Salome, Tosca, Butterfly, Fedora ( com Placido Domingo), Madeleine ( Andre Chenier), Salome em Herodiade (com Placido Domingo e Jose Carreras, Ferruccio Furlanetto), Helene em Jerusalem ( com Jose Carreras, Samuel Ramey , regencia de Zubin Mehta), entre outros.

Seu repertorio é muito extenso, e continua se estendendo a novos papeis.  Nos ultimos anos cantou La Gioconda em Sao Paulo e Manaus, onde tambem cantou a Lady Macbeth de Mzensk de Schostacovich e a sua primeira Isolda.

Em 2012 debutou com a Brünnhilde no Crepusculo dos Deuses em Sao Paulo, e em 2013 com a Brünnhilde em A Valquiria, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Desde o inicio dos seus estudos na Alemanha Eliane Coelho sempre se dedicou ao repertorio de cancoes francesas e russas e o Lied alemao, e se apresentou em muitos recitais , tanto na Alemanha, Austria, como na Italia e Russia.

Eliane Coelho

A violinista Elissa Cassini realizou seu recital de estreia no Carnegie Weill Hall como vencedora do prêmio "Artists International", no mesmo ano em que concluiu seu mestrado na Juilliard School  (Nova York). Desde então, tem se apresentado no Zankel e no Merkin Halls, Miller Theater e Park Avenue Armory. Recentemente, foi solista do concerto "American Four Seasons", de Philip Glass, com a Orquestra Sinfônica da Bretanha, sob a regência de Laura Jackson.Ávida camerista, Elissa foi convidada nos festivais internacionais de Ravinia, Yellow Barn, Prússia Cove e Stift Festival. Em 2009, a convite de Pierre Boulez, foi spalla da Orquestra da Academia do Festival de Lucerna. Colaborou ainda com os compositores Beat Furrer, Georg Friedrich Haas, Alexandre Lunsqui, Philippe Leroux, Tristan Murail e Kaija Saariaho. 

Elissa Cassini

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Nascido em 1969, François Andes vive e trabalha no norte da França, em Faches-Thumesnil. Destaque do salão Ddessin 2017 (Paris), é artista associado do G.A.C.C. Participou de diversas exposições coletivas e individuais, entre quais destacam-se a exposição “O espírito do lugar”, ao lado dos artistas C. Lévêque e A. Fleischer, no Centro de Arte Contemporânea LabLabanque, em Béthune; e a exposição no Château du Rivau. O seu trabalho como artista visual também contempla performances realizadas nas Noites Brancas (Nuit blanches), em Paris, no Musée de la Piscine, em Roubaix ou na Capital Europeia da Cultura, em Mons, em 2015.

François Andes

Gilberto Gawronski é ator, diretor e cenógrafo. Criou Uma Estória de Borboletas , Dama da Noite (Prêmio Sharp de Melhor Direção) e Zona Contaminada  de Caio Fernando Abreu ; dirigiu os musicais Xica da Silva, com Vilma Melo e Estupido Cupido com Françoise Forton ; dirigiu duas versões da ópera Erwartung, de Schönberg. Recebeu inúmeros prêmios, entre os quais destacam-se o prêmio Shell de Teatro (A Ira de Narciso e Por Uma Vida um Pouco Menos Ordinária), o Prêmio Aplauso Brasil (A Ira de Narciso) e o troféu Mambembe (Na Solidão dos Campos de Algodão e Em Busca do Coração Secreto). Fez parte do elenco de Roberto Zucco como integrante do Theatre National de Strasbourg.

Gilberto Gawronski

Guilherme Gontijo Flores é poeta, tradutor e professor de latim na Universidade Federal do Paraná. Publicou os poemas de brasa enganosa (2013), Tróiades (2014-2015), l'azur Blasé (2016), Naharia (2017) e carvão : : capim (2017 em Portugal, 2018 no Brasil), além do romance História de Joia (2019). Traduziu A anatomia da melancolia de Robert Burton, as Elegias de Sexto Propércio  e Safo: fragmentos completos entre outros. Escreveu o ensaio A mulher ventriloquada (2018). É coeditor do blog-revista escamandro e é membro do grupo Pecora Loca, de poesia e(m) tradução. Neste momento, finaliza a poesia completa de Walt Whitman e trabalha na obra completa de François Rabelais e Horácio. 

Guilherme Gontijo Flores

Guilherme Vincens é violonista, doutor em performance musical e etnomusicologia pela University of Arizona, onde estudou com Thomas Patterson e David Russell. Recebeu 12 premiações em concursos internacionais de violão, destacando o Primeiro Lugar no XI Concurso Internacional de Portland (EUA). Apresentou-se em importantes salas de concerto no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, México, Chile, Espanha, Portugal, Itália e Alemanha, onde atuou também como solista da Collegium Musicum Potsdam. Em 2012, lançou seu disco “Portrait”. É professor da Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ.

Guilherme Vincens

Nascido em Moscou, em 1976, Jacob Katsnelson estudou com a renomada pianista Elisso Virsaladze no Conservatório Tchaikovsky em Moscou. Em 2003, foi um dos três finalistas do Concours International de Piano Clara Haskil em Vevey, Suíça, e em 2005, obteve o segundo prêmio no Primeiro Concurso Internacional de Piano Sviatoslav Richter, em Moscou. Realiza recitais e concertos de música de câmara na Rússia, Alemanha, Bélgica, Holanda, França, Suíça, Reino Unido, Irlanda do Norte, EUA, Espanha, Itália, Hungria, Brasil e Israel. Jacob Katsnelson é professor no Conservatório Tchaikovsky e no Instituto Gnessin (Moscou).

Jacob Katsnelson

A violoncelista Kristina Blaumane nasceu em Riga e se formou na Academia de Música da Letônia. Atuou como solista na Orquestra Filarmônica de Londres, Amsterdam Sinfonietta, Chicago Civic Orchestra, Kremerata Baltica, Britten Sinfonia, Orquestra Sinfônica Nacional da Letônia, Netherlands Wind Ensemble, Ensemble Ubertini, Dalarna Sinfonietta, entre outros. Camerista entusiasta, Kristina colabora diversas vezes com os músicos Isaac Stern, Yuri Bashmet, Gidon Kremer, Yo Yo Ma, Janine Jansen, Julian Rachlin, Boris Brovtsyn, Maxim Rysanov, Misha Maisky, Nikolaj. Znaider, Tatyana Grindenko e Oleg Maisenberg, entre outros. É frequentemente convidada aos festivais Lockenhaus, Gstaad, Salzburg, Verbier, Basileia e Bienal de Violoncelo de Amsterdã. Desde 2007, Kristina combina sua movimentada carreira com a posição de principal violoncelista na London Philharmonic Orchestra.

Kristina Blaumane

Lívia Natália é poeta, Doutora em Literatura e Professora Teoria da Literatura na Universidade Federal da Bahia. Autora dos livros Água Negra (Prêmio Banco Capital de Poesia/2010), Correntezas e Outros Estudos Marinhos/2015 (ed. Ogum´s Toques Negros), Água Negra e Outras Águas/2016 (Caramurê), Dia bonito pra chover (Prêmio APCA de Melhor Livro de Poesia do ano de 2017/ Ed. Malê, 2017) e Sobejos do Mar (Ed. Caramurê, 2017). Participa da antologia É agora como nunca  Ed.Cotovia/Portugal e Companhia das Letras/2017). Em 2018, lançou o seu primeiro livro infantil, As férias fantásticas de Lili (Ciclo Contínuo/2018), uma história narrada em versos.

Lívia Natália

Nascido em Brynmawr (País de Gales, Reino Unido) em 1943, Mac Adams é considerado um dos fundadores da Narrative Art, movimento artístico surgido nos Estados Unidos na década de 1970. Realizou mais de 13 encomendas de arte pública em larga escala, entre as quais se destaca o primeiro grande memorial dedicado à Guerra da Coreia, o War Memorial Battery, em Nova Iorque. Entre os inúmeros prêmios conquistados pela sua obra figura o Pollock/Krasner Foundation Award (2013). Suas obras integram as coleções do Victoria and Albert Museum (Londres), Centro Nacional de Arte e Cultura Georges Pompidou (Paris) e Museu de Arte Moderna (Nova Iorque), entre outros. Mac Adams participou de exposições nos principais centros de arte contemporânea, tais como o MUDAM (Luxemburgo), Musée Nicéphore Niépce (Chalon-sur Saône), Musée Jeu de Paume (Paris), MOCAK (Cracóvia) e MoMa (Nova Iorque).

Mac Adams

Fundado em 2015 em São João del Rei, o Madrigal Beija-Flor nasce do desejo
de seu fundador e diretor, Luan Augusto, pela pesquisa histórica que envolve a
performance e atuação na música antiga europeia. Atualmente constituído por
treze integrantes, o grupo se apresentou em diversas cidades de Minas Gerais,
Rio de Janeiro e Pará.
Desde 2018, quando foi concebido o espetáculo Ainda que ao partir, que reúne
um repertório que trata de saudades, partidas, amores e desamores na música
antiga, o Madrigal tem procurado entrelaçamentos entre a pesquisa em
performance histórica e as diversas linguagens do teatro e da dramaturgia
contemporânea.

Madrigal Beija-Flor

Formado pela Universidade Federal de São João del-Rei e pelo curso livre do grupo Teatro da Pedra, Mar de Paula atua como performer e artista visual, possui trabalhos que mesclam a fotografia, vídeo, instalação e performance. Já participou de exposições em São Paulo, Salvador e Brasília. Em 2013, realizou residência artística com Pedro Motta, Eustáquio Neves, Miguel Chikaoka e Daniel Perini. Atualmente trabalha com a atriz e bailarina Dorothy Lenner nas oficinas de teatro oferecidas pela Ação Cultural do Festival Artes Vertentes. Em 2019, a convite do Artes Vertentes, realizou uma residência artística no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro.

Mar de Paula

Marcus Fabiano Gonçalves (1973) é gaúcho e mora no Rio de Janeiro, onde é professor de Hermenêutica e Filosofia do Direito na Universidade Federal Fluminense. Poeta e pesquisador da área de Antropologia Jurídica, em 2019 publicou Bruno Palma, escolhedor de palavras – ensaio sobra a arte e o ofício de um tradutor (ECA-USP). Também divulga ensaios e poemas inéditos em seu blogue: marcusfabiano.wordpress.com

Marcus Fabiano Gonçalves

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Marcus Julius Lander é bacharel em Clarinete pela UNESP e foi bolsista do programa de mestrado do Boston Conservatory at Berklee, EUA (2008). Como solista, ele já se apresentou nos principais palcos da, Argentina, Peru, México, Estados Unidos, Sérvia, Bélgica e China. Principal Clarinetista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2009, Marcus também é artista Royal Global e D'addario Woodwinds.

Marcus Julius Lander

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Pascal Marquilly é autor, diretor, artista visual e cineasta. Desenvolve um trabalho artístico transdisciplinar, integrando ativamente todos os componentes da ima gem nas suas criações, confrontando-os à realidade social e à política contemporânea. Utiliza diversas linguagens artísticas, de acordo com o contexto, associando o ato criativo a uma permanente metamorfose estética. O seu processo criativo interroga os mecanismos da representação, questiona a ideia do comum e mais especificamente a relação do homem com a natureza e ecologia. Vive e trabalha em Lille (França).

Pascal Marquilly

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O saxofonista Paulo Rosa realizou os seus estudos na Universidade Federal de Minas Gerais. Participou de workshops e masterclass com Claude Delangle (FRA), Vincent David (FRA), Marc Siefert (FRA), Marie-Bernadette Charrier (FRA), Sergey Kolesov (RUS), Kenneth Tse (EUA), Dilson Florêncio (BRA), entre outros.

Obteve o 3º Prêmio no Primer Concurso Panamericano de Saxofón Clásico Yucatan 'Selmer Paris'. 

Como saxofonista, atua como convidado junto à Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e à Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. É membro fundador do Quarteto Mineiro de Saxofones e do Ensemble Libertas, além de integrar o Duo Rosa-Camisassa.

Paulo Rosa

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A cantora e pesquisadora Renata Vanucci apresenta grande versatilidade estética e técnica, seja para o canto lírico ou para os diversos matizes que caracterizam o canto popular. Realizou seus estudos na Escola de Música da UFMG com Neyde Thomas, Stephen Bronk e Ariel Coelho. Com Thomas Richards e Mario Biaggini do Workcenter de Grotowski, intensificou seus trabalhos nas questões interpretativas e performáticas. Cantora do grupo vocal Caffeine Trio, forma ainda o duo Vanucci Vincens com o violonista Guilherme Vincens. Participou de vários festivais de Jazz, concertos, óperas e cantatas no país e no exterior. Atualmente é professora da UFSJ.

Renata Vanucci

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Ricardo Domeneck é um poeta, contista e ensaísta brasileiro, nascidoem Bebedouro, em 1977. Publicou 10 livros entre poesia eprosa, sendo os mais recentes 'Sob a sombra da aboboreira' (7Letras, 2017) e ‘Odes a Maximin’ (Garupa, 2018). Foi coeditorda revista 'Modo de Usar & Co.'. Foi um dos artistas apreparar peças em outdoors para a Bienal das Américas de 2013, em Denver (EUA), e, em 2018, foi convidadooficial da FLIP. Colaborou com artistas e músicos como Malte Zenses,David Schiesser, Béla Pablo Janssen, Tetine, Nelson Bell, FranciscoBley e Markus Nikolaus, da banda Lea Porcelain. Tem antologias depoemas publicadas na Alemanha e naHolanda. Ricardo Domeneck vive etrabalha desde 2002 em Berlim, na Alemanha.

Ricardo Domeneck

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Scholastique Mukasonga é uma escritora ruandesa de expressão francesa nascida em 1956. Ela emigrou de Ruanda em 1992, dois anos depois do genocídio dos Tutsis, para se estabelecer na França, onde vive e trabalha atualmente na região da Basse-Normandie. Seus livros, a maioria deles premiados, foram publicados pela prestigiosa editora Gallimard, dentre eles Inyenzi ou les cafards (2006), La femme aux pieds nus (2008), L’iguifou (2010) e Notre-Dame du Nil (2012).

Scholastique Mukasonga 

Artista sonoro, músico e escultor, Siri trabalha com matérias distintas. Suas obras ganham estruturas e formas principalmente na materialização da sua música, expandindo uma evolução musical do abstrato para o concreto. Sons gravados e produzidos pelo artista são transformados e ganham forma em seus objetos e esculturas, assim como em suas performances, criando música com timbres inovadores. A partir daí, sua carreira expande definitivamente para a arte sonora, sendo convidado a realizar exposições e performances no Brasil e exterior, entre as quais se destacam o  Victoria and Albert Museum (Londres), NBK Gallery (Berlim) e  Portikus (Frankfurt).

Siri

A violinista Sofia Leandro nasceu em Portugal e completou os seus estudos de violino na Universidade de Aveiro (Portugal). Colaborou com diversas orquestras e foi professora em várias escolas do norte do seu país natal. Como camerista, desenvolveu um duo com a pianista Francisca Fernandes e integrou o Trio Ímpar (saxofone, violino e piano), com foco em música contemporânea e com o qual teve a oportunidade de realizar inúmeras estreias. Desenvolve um duo com o percussionista Bruno Santos, com foco na divulgação da música de compositores da América Latina e da lusofonia.

Sofia Leandro

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Stepan Yakovitch nasceu em 1969, em Minsk, e estudou no Conservatório Tchaikovsky de Moscou com a professora I. Bochkova. Como solista, se apresenta regularmente sob a regência de V. Polyansky, A. Rudin, J. Spiller, J. Kakhidze e A. Volmer. Entre 2005 e 2012, foi spalla dos “Solistas de Moscou”, sob a direção de Yuri Bashmet, com quem tocou diversas vezes a Sinfonia Concertante de Mozart. Entre 2012 e 2018, foi o primeiro violinista do Quarteto Glinka.Convidado frequente de importantes salas de concerto europeias tais como a Beethoven Halle (Bonn, Alemanha), o Conservatório Verdi (Milão, Itália) e o Auditório Stravinsky (Montreux, Suíça), Stepan Yakovitch é professor do Conservatório Tchaikovsky de Moscou. 

Stepan Yakovitch

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A ilustradora, animadora e cineasta Svetlana Filippova se formou na Faculdade de Filologia da Universidade Estatal do Cazaquistão, em 1991, e na Escola Superior de Roteiristas e Cineastas em Moscou, em 1997. Foi aluna de grandes mestres da animação russa tais como Fiodor Khitruk, Yuri Norstein e Andrei Khrzhanovsky. Trabalha com pintura, desenho gráfico, litografia e animação. Participa regularmente de vários festivais de cinema, arte e exposições de livros na Rússia e no exterior. Seus filmes foram premiados nos mais importantes festivais internacionais, entre os quais destaca-se o Festival KROK.

Svetlana Filippova

 
 
 

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