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Sobre Tiradentes
 

Logo no início do século XVIII, os paulistas, que já haviam descoberto ouro nas terras de Ouro Preto e do Rio das Velhas, encontraram outra rica jazida aurífera nas imediações do Rio das Mortes. Fixaram-se num pequeno arraial, o qual chamaram de Santo Antônio. O arraial foi elevado à categoria de Vila em 19 de janeiro de 1718, tendo o nome trocado para São José. Em 1889, novamente mudou de nome, desta vez para Tiradentes, em homenagem ao herói da Inconfidência Mineira. Durante quase um século o ouro foi a razão da existência da Vila de São José, época em que os habitantes construíram igrejas e capelas e nelas colocaram o que de mais valioso havia nas artes do barroco e do rococó, enquanto suas próprias casas eram bem mais modestas na arquitetura e decoração interior. Com o esgotamento das minas, seguiu-se um longo período de decadência econômica, que perdurou até recentemente, quando a cidade passou a ser revitalizada pelo turismo, passando a se expandir, embora o núcleo primitivo permaneça quase intocado, com a sua dúzia de becos e ruas, igrejas e as edificações singulares. Em 1924 passou por Tiradentes um grupo de intelectuais paulistas que tinham participado da Semana de Arte Moderna, dentre eles estava Tarsila do Amaral. A artista, impressionada com o conjunto arquitetônico, registrou a paisagem em uma série de desenhos. A partir da influência desse grupo de intelectuais é que a cidade foi tombada pelo patrimônio federal em 1938.

Luiz Cruz

 

Artes Vertentes pela cidade

Além das igrejas, dos museus e dos espaços oficiais da programação do Artes Vertentes, lojas, restaurantes e cafés vão aderir ao clima do Festival, expondo e oferecendo produtos influenciados pelo mote curatorial “Crença”. Através deste circuito, o Festival propõe um diálogo direto com a vida cotidiana da cidade que sempre recebeu o Artes Vertentes com carinho e generosidade, proporcionando ao público e aos moradores a oportunidade de conhecer / redescobrir alguns dos lugares mais charmosos de Tiradentes.
Confira aqui os locais que farão parte deste circuito:
 

Exposições

Brasileirinho – Conheça a riqueza da arte popular brasileira, fortemente influenciada por diversas crenças, através de obras em cerâmica e madeira, produzidas por artistas do Vale do Jequitinhonha e outras regiões do Brasil.
Rua do Chafariz, 11 – Centro
 
Estrela Antiguidades – O proprietário Mário Mora propõe uma exposição de imagens barrocas de Cosme e Damião. No Candomblé, os santos gêmeos são sincretizados com os Ibêjis e a festa, celebrada no mês de setembro, tem forte influência na gastronomia brasileira.
Rua Direita, 119 – Centro
 
Loja de Charme – Um pouco antes de chegar à Matriz Santo Antônio, você encontra à esquerda a Loja de Charme. Em setembro, a loja apresenta uma exposição de rendas e bordados, que nos remetem a rica tradição da Mashrabiya no Islã.
Rua da Câmara, 34 – Centro
 
Moitará Arte Indígena – Moitará Arte Indígena proporciona um rico encontro com as crenças indígenas, através de uma rica coleção de objetos provenientes de diversas etnias.
Rua Alvarenga Peixoto, 1.027 (Estrada para o Bichinho)
 
Nobre Decadência – O antiquário exibe parte do seu acervo em uma pequena exposição que mistura arte sacra e objetos de arte popular brasileira. Visite também o jardim, todo florido, que abriga uma cozinha inteiramente montada como antigamente.
Rua da Câmara, 78
 

A Crença e a Gastronomia

Angatu – Em tupi-guarani, Angatu significa “bem-estar, felicidade, alma boa. Este é também o endereço de um dos melhores restaurantes da cidade, sob a direção do chef Rodolfo Mayer.
Rua da Cadeia, 8
Reservas: (32) 99903 – 5734
 
Casa Azul Bistrô – O Mole tem origem pré-hispânica. Os Astecas já preparavam o mulli, que significa mistura na língua nahuatl. Não perca a oportunidade de experimentar o mole do Casa Azul Bistrô, um dos melhores restaurantes mexicanos do Brasil.
Rua da Cadeia, s/ número
Reservas: (32) 98511-4501
 
Divagar Gourmeco - Durante o Festival Artes Vertentes, Umberto e a chef Juliana apresentarão alguns pratos da região da Puglia, em estreito diálogo com o mote curatorial do Festival.
Rua Direita, 10B
Reservas: (32) 3355 1955/98802-1755
 
Taberna d`Omar – Recém inaugurado em Tiradentes, este charmoso café faz pães deliciosos, que podem ser degustados com café ou vinho. Durante o Festival, será palco de um bate-papo entre o público e um dos artistas do Artes Vertentes. Confira o calendário de encontros no Centro de Informações do Festival.
Largo dos Malas, s/ número
 
Tragaluz - Fundado pela lendária Zenilca de Navarro, o Tragaluz é uma experiência única em Tiradentes. Através de um cardápio que oferece pratos com ingredientes de Minas Gerais preparados de forma criativa, com destaque para a Pintada Tragaluz, a cozinha, conduzida há alguns meses pelo chef Felipe Oliveira, apresenta uma oportunidade única para conhecer melhor a história de Minas Gerais.
Rua Direita, 52
Reservas: (32) 99968-4837/3355-1424
 
Xicrona – Sempre frequentada pelos artistas do Artes Vertentes, a Xicrona é uma excelente oportunidade para uma pausa entre atividades da rica programação do festival. Durante o Festival, será palco de um bate-papo entre o público e um dos artistas do Artes Vertentes. Confira o calendário de encontros no Centro de Informações do Festival.
Rua da Cadeia, 30
Reservas: (32) 98701-9950
 
 
COMO CHEGAR

Aeroportos:
O aeroporto mais próximo de Tiradentes encontra-se em São João del-Rei (14 quilômetros).
Outros aeroportos: Rio de janeiro (Santos Dumont e Galeão) e Belo Horizonte (Confins).
Carro:
De Belo Horizonte e do Rio de Janeiro: BR-040 (até Barbacena) e BR-265 (direção São João del-Rei).
De São Paulo: BR-381 (até Lavras) e BR-265 (direção São João del-Rei).
Onibus:
As empresas Expresso Gardênia (0800-30-2000), Paraibuna (32-2101-3333) e Sandra (31-3201-2512) têm ônibus para São João del-Rei, partindo de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, respectivamente.
 
 
ONDE FICAR
 
Pousadas e Hotéis
 
ONDE COMER
 
Restaurantes parceiros
Gourmeco
CasAzul Bistrô
Taberna d´Omar
 
Lojas parceiras 
Divinas Gerais
Empório do Ó
 
 
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